quarta-feira, 9 de março de 2011

Encontros de parkinsonianos para depoimento de superação: Roberto Coelho fala para Campinas e Jundiai .

Roberto Coelho à vontade na palestra audio-visual (na verdade um depoimento) sobre como superar um diagnóstico de uma doença degenerativa aos 25 anos e ter dese, então. por mais de 30 anos UMA  QUALIDADE DE VIDA muito boa, superando problemas com auxílio de determinação e de uma "magrela".
Na reunião de fevereiro da ACP ( a primeira do ano de 2011) estiveram presentes a associação de Jundoiai e Joana que veio especialmente de S. Paulo.

Todos os presentes, quer parkinsonianos, cuidadores, amigos e voluntários (tivemos a presença da professora de Pilates, Ione) se descontrairam com a dança circular inicial e prestaramatenção no depoimento do Roberto Coelho que foi diagnosticado aos 25 anos, récem-casado e com  filho pequeno.

Para ele, o mundo desabou  chorou noites junto a cama do filho pensando que não poderia acompanha-lo.

No desespero o anjo protetor (na pessoa de um conhecido de bar) lhe aconselhou a aproveitar a vida, minuto por minuto . Para Roberto isto foi possivel após se dedicar ao ciclismo no seu dia-adia e até no ciclismo de competição.

O depoimento de Roberto e as perguntas que suscitaram da pláteia nos edificou e nos trouxe muitas esperanças.

Na ocasião a Rede Bandeirantes fez entrevista com a presidente  e o vice-presidente da Diretoria da ACP, Dalva Molnar e Omar respectivamente bem como me entrevistou como cuidadora e sobre o papel da família para o noticiário da mesma noite na TV Bandeirantes no programa BandCidade.

Após os eventos houve uma confraternização ("comes e bebes") que agregou o pessoal de Campinas, jundiai e a representante de S. Paulo.

FOI UMA TARDE INESQUECÍVEL.







Em primeiro plano, a "turma" de Jundiai que veio especialmewnte para conhecer o grupo de Campinas e participar da palestra do Roberto Coelho. Na frente das "meninas" o parkinsoniano de Campinas, João Moretti, exímio compositor de paródias.




Em primero plano a professora de Pilates Ione junto ao parkinsoniano de Campinas, Albino.




Diretoria (Dalva e Omar) ao serem entrevistados para a rede Bandeirantes para o telejornal do dia 18 de fevereiro o "Band Cidade".














Turma de Campinas: Fábio, George e Simone confraternizando com Joana, parkinsoniana que veio especialmente de S Paulo para o evento no Jardim Europa em Campinas.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

SUPERAÇÃO: Roberto conta como de um limão (doença de Parkinson) fez uma limonada (se tornou ciclista há mais de 30 anos).


Você é nosso convidado para conhecer a história e as estórias de Roberto Coelho um parkinsoniano que recebeu o diagnóstico na flor da idade.


SUPERAÇÃO: Roberto conta como de um limão (doença de Parkinson) fez uma limonada (se tornou ciclista há mais de 30 anos).

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Parkinsonianos de sucesso: George John Shepherd na Botânica


George John Shepherd, PhD Edinburgh, é tão reconhecido na área de Botânica que foi convidado pelo governo alemão para ministrar palestra do pioneiro do levantamento da plantas nativas brasileiras no Brasil. O naturalista de origem alemã, Karl von Martius,  na cidade do Rio de Janeiro a empresários alemães no ano de 2007.( ver Mosaico de fotos do evento liberadas pela agencia alemã de intercambio).

Vem se dedicando há anos, como editor junto a Ana Maria Giulietti, Maria das Graças Wanderley e Therezinha Melhem, a publicar volumes da Flora Fanerogâmica do Estado de S. Paulo, com patrocínio da FAPESP. Sua especialidade é a editoração e interface com informática, área que se ocupa há várias décadas, tendo também se dedicado ao programa FITOPAC.

Por sua ação como professor de graduação do Instituto de Biologia foi convidado nos anos de 2008, 2009 e 2010 para ser o Professor homenageado pelas turmas que se formaram no curso de Licenciatura em Biologia, noturno, nos respectivos anos.

Faz parte da Diretoria da Associação Campinas Parkinson (2010-2013) como Segundo secretário.





Edição de fotos: Simone Liliane Kirszenzaft Shepherd
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Verão: cachos de flores amarelas da árvore exótica Cassia fistula


As ruas da cidade foram arborizadas pelos moradores também com árvores exóticas que apresentam alguma característica marcante.

Isto é particularmente verdade para a espécie leguminosa Cassia fistula que tem cachos amarelos que no VERÃO formam manchas amarelas pelas cidades.

Na cidade de Campinas. uma residência em frente a praça Omar Cardoso, no Jardim Flamboyant plantou esta espécie e em dezembro de 2010 se apresentou com floração profusa por todos os lados.

Fiz várias fotos desta árvore, editei e num mosaico se vê  melhor a abundância da floração.

Assim para cada estação, cada mes, cores alegram as cidades. Se nos dermos um tempo poderemos ver estas cores e ver até o passado, pois, junto à arvore na calçada estava estacionado o carro "cult" Gharman-Ghia.





VERÃO: Floração profusa de flores formando manchas amarelas pela cidade.
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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

PLANTAS NATIVAS EM PAISAGISMO URBANO: MARACUJÁ

 Bairros tradicionais, como o Cambuí em Campinas, apresentam plantas nativas que eram muito utilizadas nas décadas de 50 e 60 em paisagismo urbano como o maracujá comestível.

Esta é uma planta trepadeira muito decorativa e no caso  estava exatamente no muro exterior de uma residência como uma cortina verde com pontos luminosos que eram as flores, no mes de dezembro de 2010.






terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Reciclagem como opção viável de decoração natalina: caso de S. Francisco do Sul (SC) - comunidade se compromete com este objetivo

Ovelhas feitas com garrafas PET coletadas pela comunidade durante o ano de2010. Observar que os "pelinhos" são feitos de sacolas de plásticos cuidadosamente arrumadas.

Vista do mar  da cidade historica de S Francisco do Sul. A cidade junto com a prefeitura se integrou num projeto de decoração apenas de material reciclado coletado na própria cidade.

A cidade histórica de S Francisco do Sul  É O PONTO FINAL da viagem feita pelo barco principe II  que parte de Joinville, Santa Catarina após percorrer a Baia de BABITONGA com suas numerosas ilhas.



Casas históricas podem ser vistas já se aproximando do cais.

Várias formas (presentes, brinquedos, ovelhas, anjos)  foram feitos coletivamente a partir de reciclagem.






O contraste da casa antiga (bem preservada) e o plástico moderno usado na decoração natalina. S. Francisco do Sul,, dezembro de 2010. Como todas das demais, fotos Simone camara 713 Kodak EasyShare.



A delicadeza do anjo todo feito de material reciclado.

Em primeiro plano, no próprio cais os bonecos de neve, e a baia ao fundo.

Abaixo, detalhes cada vez maiores das ovelhas que enfeitaram as ruas de S Francisco do Sul. Toda a decoração foi preparada a partir da ideía da promeira-dama da cidadade e teve o apoio incondicional da população. UM EXEMPLO A SEQUIR.